Mateus 2
A visita dos magos: a sabedoria adora a Jesus
Os magos são sábios do oriente, estudiosos das estrelas. A existência deles mostra que Deus se revela também fora dos limites de Israel e que, mesmo fora do “povo de Deus”, havia pessoas buscando a Deus.Tiago 3.13-18 fala de dois tipos de sabedoria: a sabedoria terrena e a sabedoria que vem do alto. Ao buscar o enviado de Deus e adorar a Jesus, os sábios do oriente demonstraram ter esta e não aquela.
Herodes: uma metáfora dos poderosos
Não foi apenas Herodes que rejeitou a Jesus por estar tão apegado ao poder que tinha. Se tem uma coisa que Jesus tem prazer em fazer é destronar os poderosos. A própria Maria profetizou isso no seu cântico quando disse: “derrubou governantes dos seus tronos” (Lc 1.52).Ainda hoje, são muitos os que rejeitam Jesus porque não querem “deixar de reinar”. Estão assentados nos tronos em seus corações, se acham senhores de suas próprias vidas, e ficam assustados com as mudanças que Jesus poderá fazer.
A consulta aos mestres da Lei: A Bíblia como guia seguro
Herodes acertou em algo que muitos crentes erram: quando quis saber algo sobre o Messias, ele foi aos entendidos na Palavra de Deus. E estes mostraram a eficácia das profecias ao apontar com segurança onde Jesus nasceria.Por incrível que pareça, tem muita gente querendo saber acerca dos planos de Deus, mas não se debruça sobre a Bíblia com seriedade.
A fuga para o Egito: José protege a sua família
Deus orienta José no cuidado e na proteção da sua família (2.13,19,22), indicando claramente que esta é uma responsabilidade do marido. O homem deve ser o muro de proteção em volta das esposa e filhos. Ele é a tranca na porta. Cabe a ele fornecer segurança e tranquilidade.Isso envolve pegar a família e fugir para o Egito, trabalhar em dois empregos para sustentar a mulher e filhos com dignidade, se colocar entre a família e o assaltante armado com uma faca, se esforçar para ter posse de arma, ser fisicamente saudável e forte, etc.
A matança dos inocentes: metáfora de um mundo cruel
Raquel foi a mãe de José, pai das tribos de Efraim e Manassés, que constituíram o reino de Israel (o Reino do Norte). A profecia de Jeremias é um lamento poético à ida dessas tribos para o exílio na Assíria.
Agora, o mesmo lamento é aplicado às mães que choram a morte dos seus filhos. Raquel é símbolo de todas as mães que choram a perda dos seus filhos.
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